segunda-feira, 2 de maio de 2011

Rápidas memórias de Heitor Falamantes

‘’Um homem solitário.’’
     Lendo um livro de alto-ajuda foi até o criado mudo e apanhou um marca-texto e sublinhou a palavra: Espiritualidade.Rapaz jovem,intuitivo à coisas jamais promiscuas,infantilidade de espírito pode-se dizer que sim e em palavras menores era um jovem retardatário à certas coisas;Um tanto digno à fatos que o livro retrata começa à chorar,e por meio de lágrimas descreveu a emoção profunda que sentira naquele momento.A mão esquerda estirava-se sobre o peito e lento com a palma direita passava cada página do livro.A cadeira determinava sua posição ou sua posição que desqualificava a cadeira?Essa pergunta me fiz várias vezes e nem assim consegui encontrar resposta alguma.A única certeza que tinha é que alguma coisa de muito estranha se encontrava no determinado ambiente e por vez não impedia que o jovem rapaz revirasse de pouco a pouco as páginas do livro;Com intuição caminhava até a digna cozinha e certo do que fazer,pegava um copo e abrindo a geladeira com uma energia pouco reforçada estirava a mão e apanhava uma garrafa sobre medida com água na metade do recipiente.Não entendo o motivo de um homem se sentir solitário em uma casa cheia de perfeições e luxo de um certo ponto fascinante.Antes de descrever a mansão queria um pouco falar dos sentimentos do jovem rapaz:O motivo na qual ele sentira seu próprio coração solitário é que perdera sua donzela e digo que todo mundo nessa mesma contraditória já teve sua paixão perdida,os que amam e sentem,os que amam,mas não sentem e os que não amam,mas sentem.A realidade que me fez perceber o que o jovem rapaz sofrera era de doença terminalmente inflamável do coração,que possuía um bombear de sangue rápido e mortal.A casa que o sofredor compressivo habitava era simplesmente uma casa de luxo e isolada de toda a cidade,Morava no sul da Califórnia e mesmo assim não saía para nada e raramente tinha pessoas relatando se ele saíra da casa ou não.A casa possuía términos e corredores,quatro quartos,seis banheiros,uma sala de estar,duas de jantar,um jardim, e uma sala de lazer no final do compartimento de alimentos,mas do que serve tudo isso se ele era apenas um solitário?

Às vezes a razão é que favorece a opinião e nem sempre a opinião é que faz a razão.O homem ser solitário é não saber o que é humanismo,é não saber o que é viver.Delicadamente se faz de inocente e não se dá ao ato de entender:
O que é saber viver?...

Sorley Ripardo Sales.

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