segunda-feira, 2 de maio de 2011

Rápidas memórias de Heitor Falamantes

“O príncipe Heteu”
       Poucos indícios ainda levam a recordar aquele dia: Chegou,não sendo reconhecido não falou,e de Hetéia foram informado que o príncipe viria.
       Ouvi um barulho de algum cavalo galopando no raio do meio da noite estremeceu a ridícula prática de enfatizar a bela noite de sono.Levantei e caminhando eu pensava:”O que um galopar de cavalo faz no assombrar da noite?”.Um pensar seguido de uma pergunta;Abr a porta,senti a brisa no rosto,minha pele pálida e fria e o atordoar do sono e o tremer do meu corpo quase não me possuía coragem.Rapidamente ouvi o som se aproximando,ao abrir a porta ,vi o príncipe Heteu à um metro de minha porta,a cavalaria restaurava o ambiente,ele possuía um colete de prata,com uma armadura na mão,olhava diretamente para mim e o cavalo na qual estava montado era mais branco que a neve, com ferraduras prateadas ficava numa pose peculiar.Pensei ser um sonho,mas comecei à conversar com o príncipe por horas e horas,e fisicamente sabia que ele existia,não era sonho.Começou à me contar sobre sua trajetória em Hetéia.Fatigada a conversa estava,e nem assim parei de ouvir a história do príncipe Heteu.Ele falou que eu  era o primeiro pessoa que contava  a história.Às 3 horas da madrugada ele saiu no cavalo branquial ,e no dia seguinte fui à casa do príncipe,e soube de uma notícia realmente surreal,um tanto assustadora, fui informado sobre a morte do príncipe,a causa era intoxicação de algum produto contagioso,o produto era formado de alguma substância quimicamente radioativa e basicamente feita em recipientes contaminados e misturados à substâncias do veneno da cobra mais venenosa.Passei dois anos investigando a morte do príncipe Heteu,mas até hoje nenhuma prova concreta.Mas o principal suspeito é o próprio príncipe.

Sorley Ripardo Sales.

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